Terça, 27 de outubro de 2026

CCJ dá aval para continuidade do imposto para financiar FEM

CCJ dá aval para continuidade do imposto para financiar FEM

CCJ dá aval para continuidade do imposto para financiar FEM

Adicional de 2% do ICMS sobre produtos supérfluos é destinado ao Fundo de Erradicação da Miséria.



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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em reunião nesta terça-feira (27/10/26), deu aval ao Projeto de Lei (PL) 6.209/26 na sua forma original. Ele visa garantir a continuidade de recursos para o Fundo de Erradicação da Miséria (FEM).

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Assinada pelo deputado João Magalhães (PSD), a proposição pretende alterar a Lei 6.763, de 1975, que consolida a Legislação Tributária do Estado de Minas Gerais. O objetivo é prorrogar até o fim de 2030 a cobrança do adicional de 2% do ICMS sobre os produtos e serviços considerados supérfluos, como bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes e armas.

Na justificação da iniciativa, o parlamentar argumenta que o valor arrecadado por essa cobrança ultrapassou R$ 1 bilhão em 2025, montante que foi repassado ao FEM. Como no texto atual a lei determina que a alíquota deixe de ser cobrada no fim deste ano, o encerramento pode impactar o financiamento das ações vinculadas ao FEM. A proposição pretende, portanto, evitar o comprometimento da execução do Fundo.

Ela foi relatada pelo deputado Noraldino Júnior (PSB). Embora com voto contrário do deputado Bruno Engler (PL), o parecer recebeu parecer pela legalidade. Agora, pode seguir para apreciação da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO).

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Com informações ALMG

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