Recentemente, Tarcísio de Freitas (foto/reprodução internet) fez um pronunciamento em vídeo nas redes sociais onde defende a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. Em sua fala, o governador comparou essa situação a episódios históricos de perdão coletivo, mencionando a anistia de 1979 durante a ditadura militar.
Essa declaração aconteceu logo após uma reunião em Brasília com o presidente da Câmara, Hugo Motta, onde buscou avançar na aprovação do projeto que prevê essa medida no Congresso. O movimento de Tarcísio, que inclui referências ao ex-presidente Jair Bolsonaro, é apresentado como parte de um esforço pela pacificação nacional.
Porém, essa estratégia levanta questionamentos sobre a intenção de transformar a memória recente do país em uma nota de rodapé, sugerindo uma repetição do ciclo histórico de “esquece e segue”, que já moldou diferentes momentos da história do Brasil.


























