Em meio aos recentes escândalos envolvendo o Banco Master e o INSS, o governo federal busca estratégias para amenizar o impacto político das crises às vésperas das eleições.
A orientação é que o ministros assumam a linha de frente da defesa, vinculando o início das irregularidades à gestão anterior, enquanto Lula mantém sua postura institucional e segue com sua agenda.
A crise, que também afeta lideranças do Centrão, como Ciro Nogueira e Hugo Motta, preocupa aliados do presidente, que temem repercussões negativas nas relações com o Congresso e na tramitação de projetos prioritários. Isso ocorre em um cenário de queda na aprovação popular, incluisve em regiões onde Lula historicamente é bem visto, como o Nordeste.

























