A popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está enfrentando um cenário delicado em seu terceiro mandato. Caso não haja uma recuperação até o final de 2025, Lula pode contabilizar, pela primeira vez, um saldo anual negativo de aprovação nas pesquisas, o que significa que o número de pessoas que desaprovam seu governo pode superar o de pessoas que o aprovam.
Ao longo de seus mandatos anteriores, Lula sempre manteve uma diferença positiva entre aprovação e desaprovação, mesmo durante crises significativas, como o Mensalão em 2005. Seu pico de aprovação foi em 2010, quando elegeu Dilma Rousseff com uma vantagem de 74 pontos percentuais.
Especialistas comentam que o cenário atual é mais polarizado. Isso limita a flexibilidade do eleitorado em mudar suas percepções, o que torna a recuperação da popularidade mais desafiadora.
























