No dia 28 de julho, o público de João Monlevade terá a oportunidade de assistir ao espetáculo “A Menina que Entra em Livros”, que apresenta uma experiência teatral com música ao vivo e teatro de sombras. A apresentação, que é gratuita, ocorrerá às 19h no bairro Vale do Sol, como parte da programação de férias do Diversão em Cena, patrocinado pela Fundação ArcelorMittal.
A peça conta a história de Júlia, uma menina que se desespera ao saber que ganhará um irmãozinho e terá que dividir seu quarto com ele. Durante as reformas no espaço, Júlia dorme na biblioteca e acaba entrando em um livro mágico, redescobrindo o universo dos contos e da literatura.
O espetáculo não apenas incentiva a leitura, mas também busca resgatar elementos da cultura popular brasileira. A protagonista tem contato com diversos trava-línguas, brincadeiras de rua como amarelinha, corda, pipa e cantigas de roda. A personagem Poetisa ensina Júlia a fazer versos e rimas, levando-a a concluir que ter um irmão pode ser bom e, assim, aceita dividir seu espaço e experiências.
Com texto de Lívia Gaudencio e direção de Juliano Barone, “A Menina que Entra em Livros” é uma produção da companhia de teatro O Trem, de Belo Horizonte. O espetáculo tem classificação livre e é viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.
O Diversão em Cena foi criado em 2010 com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, proporcionando apresentações teatrais gratuitas ou a preços populares. Desde então, mais de 1,3 milhão de pessoas assistiram a cerca de 3 mil apresentações em 60 localidades.
Ao longo de 2026, o programa exibirá 166 espetáculos gratuitos ou a preços populares em 28 municípios de cinco estados: Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. A programação é viabilizada por meio de recursos das Leis de Incentivo em parceria com produtores culturais.
“Em um país tão diverso como o Brasil, é essencial incentivar ações que aproximem as pessoas das expressões artísticas e promovam o diálogo entre diferentes tradições. Vai além do patrocínio: trata-se de garantir que a pluralidade cultural continue viva, acessível e valorizada por todos”, afirma Camila Valverde, diretora-executiva da Fundação ArcelorMittal.
























