A mobilização em favor da duplicação da BR-381 ganhou novo impulso nesta semana. Uma comissão de lideranças do Médio Piracicaba esteve em Belo Horizonte, apresentando a “Campanha dos R$ 650 milhões”, que objetiva captar recursos para as obras no trecho entre Caeté e a capital mineira.
O grupo foi recebido por representantes da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL). Participaram do encontro o prefeito de Rio Piracicaba e presidente da Amepi, Augusto Henrique, além dos prefeitos Fernando Rolla (São Domingos do Prata), José Bráulio (Dom Silvério) e Wanderley Ribeiro (Bom Jesus do Amparo). Também estiveram presentes a vereadora Inês Santos (Bom Jesus do Amparo) e o presidente da Associação Comercial de São Domingos do Prata, Wilton Pantuza.
Durante a reunião, articulada pelo coordenador do Movimento Pró-Vidas BR-381, Clésio Gonçalves, a comitiva entregou à FCDL um documento reforçando o pedido de apoio à duplicação. O encontro teve a presença do presidente da FCDL, Franck Sinatra, do vice-presidente Caril Welis de Paula Santos e do subsecretário de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Tenente Melo.
Segundo Clésio Gonçalves, a recepção superou as expectativas. Ele destacou que a federação não apenas manifestou apoio à obra, mas se comprometeu a envolver a Confederação Nacional de CDLs na mobilização. “O presidente da FCDL garantiu apoio da entidade e colocou toda a estrutura da federação à disposição da campanha”, afirmou.
Para o presidente da Amepi, a duplicação da BR-381 é uma questão que transcende a mobilidade. “Trata-se de segurança viária, desenvolvimento econômico e qualidade de vida para toda a região. A união de prefeitos, entidades e lideranças demonstra que essa luta é coletiva e não vai parar até que a obra seja concluída”, disse Augusto Henrique.
A campanha permanece como prioridade para a Amepi, que planeja ampliar o diálogo com outras entidades em níveis estadual e nacional. Novas agendas já estão sendo preparadas para reforçar a pressão pela liberação dos recursos e transformar a chamada “Rodovia da Morte” em uma via mais segura para os mineiros.























