O Tribunal Superior Eleitoral classificou como falsa a alegação de que representantes do Partido Liberal foram retirados da sala-cofre da instituição durante a contagem dos votos do segundo turno. A manifestação da corte ocorreu logo após o encerramento do pleito que consagrou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva com uma diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos.
Esclarecimentos sobre os espaços
De acordo com o órgão máximo da justiça eleitoral brasileira, a área restrita dos cofres não é destinada a visitas públicas. No entanto, o tribunal pontuou que diversos outros pontos do edifício principal permaneceram acessíveis para monitoramento.
“A sala-cofre do TSE não é um espaço aberto à visitação. Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito”, esclareceu a Justiça Eleitoral.
Circulação documentada
A administração do tribunal confirmou que dois enviados da legenda estiveram presentes na sede em Brasília. Os profissionais participaram da auditoria de funcionamento dos equipamentos eletrônicos e transitaram por locais autorizados.
“Há registro de presença nos locais visitados, além de filmagem na Sala de Totalização, que comprovam o acesso livre dos fiscais às unidades do TSE”, diz a nota divulgada pelo tribunal nas primeiras horas desta segunda (26).
O posicionamento da corte surgiu após pronunciamento em que o candidato derrotado contestou o desfecho da disputa nas urnas e mencionou o suposto impedimento de seus colaboradores no edifício-sede.
Com informações Agência Brasil























