Três projetos mineiros estão classificados para a final do Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2026. Eles concorrem nas categorias Instituições, Tecnologia e Imprensa. Minas Gerais teve 51 iniciativas inscritas na premiação, que este ano registrou um recorde de 564 inscrições de todo o país. O Governo de Minas, por meio das secretarias de Estado de Fazenda (SEF) e de Educação (SEE), é apoiador do prêmio.
Ao longo de todo o ano, a Secretaria de Fazenda faz o trabalho de disseminação da Educação Fiscal junto a escolas e administrações municipais, com o intuito de capacitar, orientar e incentivar a elaboração de projetos que promovem a função social dos tributos, a cidadania fiscal, a transparência e o controle social dos gastos públicos.
Segundo o coordenador da Divisão de Educação Fiscal (DEF) da SEF, Vinicius Castanheira, a classificação de Minas Gerais como finalista em três categorias do prêmio reafirma o protagonismo do Estado na promoção da Educação Fiscal.
“Os projetos e instituições reconhecidos representam exemplos concretos de como a educação, a tecnologia e a imprensa podem contribuir para ampliar a compreensão da sociedade sobre a importância dos tributos e do controle social. Todos os envolvidos estão de parabéns”, afirma Castanheira.
Nas 13 edições anteriores do prêmio, lançado em 2013, iniciativas desenvolvidas por escolas, instituições e pesquisadores mineiros obtiveram sete primeiros lugares, um segundo lugar e quatro terceiras posições.
Sobre o prêmio
O anúncio dos 17 finalistas da 14ª edição do Prêmio Nacional de Educação Fiscal ocorreu nessa quinta-feira (22/10). Os projetos avançam para a etapa final em quatro categorias: Escolas, Instituições, Imprensa e Tecnologia. Um representante de cada projeto finalista participará da solenidade de premiação, marcada para 8/12, em Brasília. Ao todo, serão distribuídos mais de R$ 100 mil em prêmios.
Criado pela Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), o prêmio se consolidou como uma das principais referências brasileiras de incentivo à cidadania tributária. Desde sua criação, em 2012, já foram distribuídos mais de R$ 900 mil em prêmios.
Conheça os três finalistas mineiros:
Universidade Federal de Juiz de Fora (Categoria Instituições)
Juiz de Fora (MG)
EduFisco: Cidadania Fiscal das Escolas
O projeto de extensão articula a Universidade Federal de Juiz de Fora e o Colégio de Aplicação João XXIII, com apoio técnico da Receita Federal, para formar estudantes como multiplicadores da educação fiscal em escolas públicas estaduais. Por meio de oficinas, jogos, dinâmicas teatrais e materiais didáticos próprios, aborda a função social dos tributos, a nota fiscal, a sonegação e o orçamento público. A proposta prevê a formação contínua de novas lideranças estudantis e a expansão das atividades para outras escolas.
Taxópolis 2033: Jogo de Educação Fiscal sobre Reforma Tributária, Nota Fiscal e Controle Social (Categoria Tecnologia)
Itabirito (MG)
Equipe: Alexandre de Cássio Rodrigues, Luiz Antônio Abrantes, Thécio Antônio Silveira Braga e Gualberto Souza Lima e Silva
O Taxópolis 2033 é um jogo digital educativo que transforma temas complexos da Reforma Tributária em uma experiência interativa de decisões e desafios. Ao longo de seis missões, os participantes exploram conceitos como IBS, CBS, Imposto Seletivo, emissão de notas fiscais, orçamento municipal, transparência e combate à sonegação. A proposta demonstra como a arrecadação financia políticas públicas e incentiva o acompanhamento e a fiscalização da aplicação dos recursos pela sociedade.
Além da nota: a lupa da cidadania fiscal (Categoria Imprensa)
Belo Horizonte (MG)
Jornal O Tempo
Autora: Núbya Mara da Silva Oliveira
Com informações Agência Minas























