O Programa Facilita Trabalho, desenvolvido pela Prefeitura de Itabira, alcançou a marca de 581 mulheres atendidas desde o início de suas atividades, em julho de 2022. A iniciativa municipal visa ampliar a inserção no mercado de trabalho e a geração de renda, promovendo a autonomia feminina por meio da combinação de experiência profissional remunerada e cursos de capacitação.
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Na última terça-feira (27), 50 participantes concluíram formações nas áreas de panificação, doces, salgados e quitandas. A cerimônia de formatura ocorreu no auditório do Paço Municipal.
O programa é gerido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) e com execução da Associação de Proteção à Maternidade e Infância (APMII). O público-alvo prioritário é composto por mulheres beneficiárias do programa Bolsa Família, visando à inclusão no mercado produtivo.
O prefeito de Itabira, Marco Antônio Lage, enfatizou a importância social do projeto para a autonomia das participantes. “É uma iniciativa que gera trabalho, renda e autonomia, oferecendo qualificação para que deixem a dependência de auxílios e conquistem sua independência financeira”, ressaltou o chefe do Executivo.
Para a manutenção da política pública, o município destina cerca de R$ 2 milhões anualmente, o que representa um investimento mensal de R$ 214.695,44. Os recursos custeiam a remuneração, os benefícios e a estrutura de qualificação fornecida às integrantes.
A secretária de Assistência Social, Nélia Cunha, destacou a parceria entre os setores para o encaminhamento das moradoras. Segundo a gestora, o programa existe desde 2022 e atua diretamente com mulheres cadastradas na rede assistencial. “Muitas nunca tinham tido a carteira de trabalho assinada e, com o programa, conquistam o acesso formal ao mercado e a possibilidade de empreender”, explicou.
As participantes cumprem jornada de 20 horas semanais em diversos órgãos públicos municipais e recebem auxílio financeiro equivalente a meio salário-mínimo, além de vale-transporte. Os contratos possuem vigência de seis meses, podendo ser prorrogados por mais seis meses, alcançando o limite de um ano. Durante esse período, as mulheres cumprem de quatro a oito horas semanais de aulas profissionalizantes voltadas ao emprego formal e ao desenvolvimento do microempreendedorismo local.
Com informações Defatoonline























