Um subtenente da corporação foi preso em flagrante neste domingo (25) dentro de uma seção eleitoral em Três Rios, no interior fluminense. O agente tentava registrar uma fotografia da própria urna eletrônica na cabine de votação e portava a quantia de R$ 114. De acordo com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral do Rio (TRE-RJ), Claudio de Mello Tavares, constatou-se que o subtenente havia vendido o voto.
Balanço das ocorrências e boca de urna
Ao todo, o pleito contabilizou cinco registros oficiais de crimes relacionados à votação no estado. Entre os casos, uma fiscal vinculada ao partido PL acabou detida sob a acusação de propaganda irregular conhecida como boca de urna no bairro Largo do Machado, situado na capital. Após a autuação, a mulher foi encaminhada para a sede da Superintendência da Polícia Federal para os procedimentos cabíveis.
Problemas com a frota de ônibus e urnas eletrônicas
A mobilidade urbana também enfrentou instabilidades durante o período de votação. Conforme relatou o presidente do TRE-RJ, moradores de São Gonçalo, município localizado na região metropolitana, denunciaram a ausência de coletivos circulando pelas ruas. “O transporte não estava conforme o que tínhamos determinado. Prontamente, houve uma decisão judicial determinando que as empresas colocassem os transportes na rua sob pena de multa por hora de R$ 500 mil. Imediatamente retornou à normalidade ainda na parte da manhã”, afirmou o desembargador.
No aspecto técnico da votação, a infraestrutura eletrônica passou por ajustes necessários ao longo do dia. O balanço oficial aponta que 150 equipamentos precisaram de troca em todo o território fluminense, o que representa apenas 0,4% do total de máquinas distribuídas para o pleito.
Com informações Agência Brasil























