Sexta, 17 de julho de 2026

Defensoria Pública promove Mutirão Direito a Ter Pai em Minas Gerais até 17 de outubro

A Defensoria Pública de Minas Gerais abre inscrições para o Mutirão Direito a Ter Pai, visando assegurar direitos de paternidade/maternidade em diversas cidades do estado.

Defensoria Pública promove Mutirão Direito a Ter Pai em Minas Gerais até 17 de outubro
Prédio do Ministério Público em Belo Horizonte- Foto: MPMG

A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) anunciou a abertura das inscrições para a 13ª edição do Mutirão Direito a Ter Pai, que ocorrerá em 37 Unidades do estado. Os interessados podem se inscrever até o dia 17 de outubro.

Além de Belo Horizonte, o mutirão abrangerá as Unidades de:

  • Além Paraíba
  • Araguari
  • Barbacena
  • Betim
  • Boa Esperança
  • Caratinga
  • Cataguases
  • Conceição do Mato Dentro
  • Conselheiro Lafaiete
  • Contagem
  • Governador Valadares
  • Guanhães
  • Ipatinga
  • Ituiutaba
  • Jaboticatubas
  • Janaúba
  • João Monlevade
  • Matias Barbosa
  • Monte Alegre de Minas
  • Montes Claros
  • Nova Serrana
  • Paracatu
  • Pedro Leopoldo
  • Pitangui
  • Pirapora
  • Poços de Caldas
  • Ponte Nova
  • Sacramento
  • Salinas
  • Sete Lagoas
  • Santa Luzia
  • Teófilo Otoni
  • Três Pontas
  • Uberlândia
  • Unaí
  • Varginha

O Mutirão Direito a Ter Pai é uma iniciativa anual da DPMG que visa assegurar o direito à paternidade/maternidade e apoiar a estruturação familiar. Durante o evento, serviços como exames de DNA, reconhecimento espontâneo de paternidade e demandas de alimentos serão oferecidos.

Documentação necessária:

  • Certidão de nascimento da pessoa a ser reconhecida
  • Documento pessoal com foto
  • Comprovante de endereço
  • Comprovante de renda
  • Documento do representante legal, se necessário
  • Informações sobre o suposto pai, como nome, telefone e CPF

As inscrições podem ser realizadas presencialmente ou por telefone até o prazo estipulado, e as sessões estão agendadas entre 28 e 31 de outubro, com exames de DNA ocorrendo no dia 31.

É fundamental reconhecer a importância do direito à identidade, conforme demonstram os dados da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), que indicam uma ausência significativa de registros de paternidade nas certidões de nascimento.

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