Quarta, 28 de outubro de 2026

Novo protocolo para diagnóstico de câncer de próstata já pode ser votado em 2º turno

Novo protocolo para diagnóstico de câncer de próstata já pode ser votado em 2º turno

Novo protocolo para diagnóstico de câncer de próstata já pode ser votado em 2º turno

Versão endossada pela Comissão de Saúde garante a realização de exames complementares, conforme critérios adotados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).



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Após receberem o aval da Comissão de Saúde nesta quarta-feira (28/10/26), três projetos de lei (PLs) estão prontos para votação definitiva (2º turno) no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

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O PL 2.176/24, do deputado Charles Santos (Republicanos), garante a realização de exames complementares na investigação do câncer de próstata, de acordo com protocolos e diretrizes dos órgãos públicos de saúde.

Relator da matéria, o deputado Lucas Lasmar (Rede) corroborou a versão aprovada pelos parlamentares em 1º turno, que propõe incluir a garantia de exames na Política Estadual de Atenção Integral à Saúde do Homem.

Na prática, a proposta busca assegurar que homens com suspeita de câncer de próstata tenham acesso aos exames necessários para confirmar ou descartar a doença, conforme os critérios adotados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A definição de quais exames devem ser realizados fica vinculada às orientações técnicas oficiais, que levam em conta evidências científicas, protocolos médicos e os recursos disponíveis na rede pública.

Doença de Parkinson

Outro projeto endossado pela comissão em 2º turno foi o PL 1.550/23, do deputado Doutor Jean Freire (PT), o qual visa contribuir para o enfrentamento da doença de Parkinson em Minas Gerais, qualificando e humanizando o atendimento ao paciente.

O Parkinson é uma doença neurológica progressiva, irreversível, que afeta o sistema nervoso central, atingindo entre 1% e 3% da população mundial com mais de 60 anos. Entre os sinais clássicos estão a lentidão anormal do movimento, o tremor de repouso, a rigidez e a instabilidade postural.

O texto acatado pelo Plenário em 1º turno estabelece diretrizes e objetivos da política estadual para a pessoa com Parkinson. No entanto, o relator na Comissão de Saúde, deputado Arlen Santiago (MDB), sugeriu modificações, por meio do substitutivo nº 1, para tornar a proposição mais clara, objetiva e alinhada à organização da rede pública de serviços.

O novo texto explicita a articulação dos serviços de saúde com outras políticas públicas e amplia a participação da sociedade civil para incluir a formulação das medidas. Em contrapartida, deixa de prever expressamente a otimização da logística de exames e medicamentos, especialmente em municípios de pequeno porte, e a realização de fóruns locais e estadual.

Paralisia cerebral

Por fim, a comissão se mostrou favorável, em 2º turno, ao PL 3.823/25, do deputado Charles Santos, que trata do diagnóstico de paralisia cerebral em crianças.

O relator, deputado Arlen Santiago, concordou com a versão aprovada em 1º turno, a qual inclui na Lei 22.442, de 2016, sobre medidas de atenção à saúde materna e infantil no Estado, diretriz voltada à proteção da infância e à defesa da saúde, garantindo informações às gestantes sobre os fatores de risco para a paralisia cerebral e os sinais precoces de atraso motor, bem como orientações aos pais ou responsáveis quanto à frequência ideal das consultas de acompanhamento de crianças e adolescentes.

Com informações ALMG

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