Quarta, 28 de outubro de 2026

Comissão visita escolas municipais de BH afetadas por transferência de alunos

Comissão visita escolas municipais de BH afetadas por transferência de alunos

Comissão visita escolas municipais de BH afetadas por transferência de alunos

Comunidades de duas unidades vizinhas, no bairro Concórdia, reclamam de mudanças em matrículas, sem escuta prévia por parte da PBH.



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Nesta quinta-feira (29/10/26), a partir das 10 horas, a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) visita escolas municipais para ouvir a comunidade sobre a transferência de matrículas pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), o que estaria ocorrendo sem diálogo prévio.

A requerimento da presidenta da comissão, deputada Beatriz Cerqueira (PT), a comissão estará nas Escolas Municipais Américo Renê Giannetti e Hugo Pinheiro Soares, vizinhas no bairro Concórdia (Rua Jundiaí, 557 e 567, respectivamente).

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Além de discutir com a comunidade escolar os impactos da transferência de matrículas entre as duas unidade, a comissão vai avaliar as condições físicas e estruturais das duas escolas.  A intenção da prefeitura seria a otimização de vagas, mas a comunidade do bairro estaria resistente às mudanças.

Além da falta de escuta e de diálogo por parte da PBH, pais, professores e funcionários queixam-se de que as transferências teriam sido decididas de forma repentina e sem consulta sobre os impactos familiares e na capacidade das instalações dos prédios. Há ainda críticas à quebra do vínculo escolar.

Modelo por faixa etária

Na terça-feira (27), também a pedido da deputada, a comissão realizou audiência pública na ALMG sobre o assunto, que pode afetar várias outras escolas municipais. Beatriz Cerqueira reiterou relatos recebidos por seu gabinete, de servidores e membros de comunidades escolares, de que as transferências foram definidas sem dialógo.

Conforme exposto, depois de conhecer in loco o modelo educacional da cidade de Sobral, no Ceará, a PBH começou a colocar em prática a organização das escolas municipais por faixa etária, com unidades especializadas em cada etapa do ensino.

O plano de transição deve começar por escolas municipais como a Padre Marzano Matias e a Geraldo Teixeira da Costa, que funcionam em um mesmo terreno em Venda Nova e cujos pais de alunos relataram na audiência que o clima é de ansiedade entre alunos.

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Com informações ALMG

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