Um grupo de senadores apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro, alegando que seu estado de saúde é grave e incompatível com a manutenção na prisão. O pedido, protocolado nesta quarta-feira (7), foi dirigido ao ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados a Bolsonaro.
A petição foi assinada por parlamentares como Tereza Cristina (PP-MS), Wilder Morais (PL-GO) e Magno Malta (PL-ES). Eles argumentam que a prisão do ex-presidente em Brasília representa um risco concreto à sua vida.
No documento, os senadores alertam sobre as múltiplas enfermidades de Bolsonaro, incluindo problemas cardiovasculares, digestivos, renais, respiratórios e metabólicos, algumas das quais, decorrentes do atentado que sofreu em Juiz de Fora em 2018, exigem monitoramento médico constante e uma resposta imediata a possíveis intercorrências, que não têm sido garantidas em sua atual situação de custódia.
Os parlamentares ainda mencionam uma queda que Bolsonaro sofreu no dia 6 de janeiro, onde ficou vulnerável e dependente do socorro de familiares, apontando uma falha grave na vigilância e atendimento. A petição também destaca a crise persistente de soluços incoercíveis, condição que requer intervenções médicas frequentes e ajuste constante na medicação, aumentando o risco ao qual o ex-presidente está exposto.




























