No dia 25 de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um pronunciamento em rede nacional, onde desejou boas festas à população e apresentou um balanço das ações do governo em 2025, além de discutir desafios para 2026.
Segundo Lula, “quando os fogos brilharem no céu, na noite do dia 31, estará encerrado um ano histórico no Brasil. Um ano difícil, com muitos desafios, mas um ano em que todos que torceram ou jogaram contra o Brasil acabaram perdendo. Um ano em que o povo brasileiro sai como o grande vencedor”.
Entre as principais conquistas destacadas, Lula mencionou:
- A saída do Brasil do Mapa da Fome;
- A retomada do Bolsa Família;
- O fortalecimento da agricultura familiar;
- A valorização do salário mínimo.
O presidente ainda ressaltou a importância do investimento na geração de empregos e na alimentação nas escolas. Comemora também a eliminação do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil reais por mês, o que beneficiará, segundo ele, milhões de famílias a partir de janeiro.
Desafios Para 2026
Lula também mencionou os desafios que o país enfrentará em 2026, com foco na criminalidade e na violência. Ele elogiou operações da Polícia Federal que atingiram membros do “andar de cima” do crime organizado e enfatizou a luta contra a violência de gênero.
“Vou liderar um grande esforço nacional envolvendo ministérios, instituições e toda a sociedade brasileira. Nós que somos homens devemos fazer um compromisso de alma. Em nome de tudo que é mais sagrado, seja um aliado,” afirmou.
Internacional
No campo internacional, o presidente declarou que o Brasil está recuperando o respeito global, destacando que cerca de 9 milhões de turistas visitaram o país durante o ano da COP30 em Belém do Pará, a qual considerou um grande sucesso. Embora tenha enfrentado um desafio relacionado a tarifas comerciais, Lula asseverou que o diálogo e a fraternidade são fundamentais.
Escala 6×1
No término de seu discurso, Lula reiterou que continuará lutando “privilégios de poucos para garantir direitos de muitos” e irá se empenhar na demanda pelo fim da escala 6×1, que segundo ele, não é justa.























