A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para rendimentos de até R$ 5 mil, uma das apostas centrais do governo de Lula para o ano eleitoral, ainda não resultou em uma melhora significativa na sua aprovação. Desde que a medida entrou em vigor em janeiro, os impactos foram visíveis em dois ciclos de pagamento, mas as últimas pesquisas indicam uma estagnação ou até leve recuo nas avaliações.
O principal opositor do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, tem ganhado espaço, alcançando um empate técnico nas intenções de voto. O Planalto avalia que o efeito político de tais medidas pode levar tempo para se manifestar, especialmente considerando as despesas típicas do início do ano, os juros elevados e a pressão da inflação nos alimentos, que impacta diretamente o orçamento familiar.
Apesar disso, o impacto esperado dessa isenção era bem maior do que o que tem sido observado até o momento.























