No dia 12 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o lançamento do programa Brasil Contra o Crime Organizado, que inclui um pacote de medidas direcionadas à segurança pública.
Com um investimento total de R$ 11 bilhões, sendo R$ 1 bilhão do Orçamento da União e R$ 10 bilhões através de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o programa busca desarticular as estruturas das organizações criminosas em todo o Brasil.
“O Brasil contra o Crime Organizado foi construído em diálogo com os estados, especialistas e forças de segurança pública, e tem por objetivo desarticular as bases econômicas, operacionais e sociais das organizações criminosas em todo o território nacional”, afirmou um comunicado da Presidência.
Eixos Estratégicos do Programa
- Asfixia financeira das organizações criminosas;
- Fortalecimento da segurança no sistema prisional;
- Qualificação da investigação e do esclarecimento de homicídios;
- Combate ao tráfico de armas.
Em coletiva de imprensa, Lula destacou a importância de “destruir o potencial financeiro do crime organizado e das facções”, enfatizando que este potencial atualmente se assemelha a uma multinacional que atua internacionalmente em vários setores, incluindo futebol e política.
“Vamos fazer algumas frentes [com o programa Brasil Contra o Crime Organizado], uma delas é a questão financeira. Nós precisamos destruir o potencial financeiro do crime organizado e das facções”, declarou o presidente.
O programa será formalizado por meio de um decreto presidencial e quatro portarias, sendo necessário que os estados adiram para acessar os recursos do BNDES.
























