Sábado, 14 de março de 2026

Caiado elogia Bolsonaro e defende anistia em ato pela direita na Paulista

Caiado elogia Bolsonaro e defende anistia em ato pela direita na Paulista
Foto: Reprodução Redes Sociais

No último domingo, 1º de março, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), durante o ato “Acorda, Brasil” na Avenida Paulista, destacou a habilidade de mobilização do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que enfrenta a prisão por tentativa de golpe. Caiado afirmou: “nenhum político na história do Brasil conseguiu mobilizar a população brasileira como Bolsonaro”.

O governador elogiou Bolsonaro como o homem que “conseguiu levantar o Brasil” e clamar por liberdade e democracia. Além disso, fez referência ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que convocou o movimento, e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência.

Caiado também fez uma promessa: caso seu grupo retorne ao poder, “o primeiro ato será a anistia plena, geral e irrestrita em 1º de janeiro”.

A crítica de Zema à farra dos intocáveis

Durante o mesmo ato, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), criticou as autoridades que se consideram acima das leis, afirmando que o País “não aguenta mais a farra dos intocáveis”. O governador exclamou que “ninguém no Brasil é intocável”.

Em seu discurso, Zema assegurou que a população está indignada com os recentes acontecimentos e se declarou firme na luta por justiça. Ele mencionou que retornará à Paulista tantas vezes quanto necessário para reforçar a mobilização da oposição ao governo federal e às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).

A recepção a Flávio Bolsonaro

Ao chegar à Avenida Paulista, Flávio Bolsonaro foi cercado por apoiadores, enfrentando dificuldades para chegar ao seu ponto de fala devido à quantidade de pessoas que o aguardava.

Eduardo Bolsonaro por videoconferência

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, participando do evento via videoconferência dos Estados Unidos, expressou sua gratidão aos manifestantes e declarou que o movimento busca “justiça que será traduzida em anistia”. Ele também mencionou a importância de uma eleição forte, com Flávio Bolsonaro como presidente.

Manifestos semelhantes ocorreram em outras cidades, incluindo Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte.

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