A tensão entre o Legislativo e o Judiciário se acentuou após a decisão do presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, de recorrer da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve a ação penal contra o deputado Alexandre Ramagem.
Motta protocolou uma ADPF (Ação Direta de Inconstitucionalidade por Preceito Fundamental) diretamente no plenário, atitude que causou surpresa entre os ministros do STF, que observaram que a ação foi celebrada por bolsonaristas, mas deve acabar sendo rejeitada.
Os magistrados do STF também estranharam a declaração de Motta, a qual afirma que a corte não respeitou a independência dos poderes ao rejeitar uma resolução aprovada por 315 deputados. Essa postura indica um clima de conflito crescente entre as duas esferas do poder.























