A esperada reunião entre Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, e Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, agendada para esta semana, está gerando grandes expectativas. As equipes brasileiras têm se mobilizado intensamente para facilitar o diálogo entre os dois líderes.
O chanceler Mauro Vieira já se reuniu com Richard Grenell, enviado de Missões Especiais do governo Trump. Além disso, o vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro da Indústria, conversou por videoconferência com o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, no dia 11 de setembro, coincidentemente, o mesmo dia em que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado.
No total, as equpes comerciais dos dois países realizaram 12 reuniões que prepararam o terreno para essa aproximação. O ponto de encontro entre Lula e Trump ocorrerá durante a Assembleia Geral da ONU, onde se espera que “a química entre os dois” flua naturalmente.
Além disso, representantes de vários setores têm participado de reuniões em Washington D.C. com o intuito de fortalecer as relações comerciais, incluindo o empresário Joesley Batista, da JBS, que teria tido a oportunidade de dialogar diretamente com Trump.























