Com a definição do confronto entre Brasil e Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo, um nome gera preocupação: Erling Haaland. O atacante norueguês se destaca como um fenômeno e acumula impressionantes números tanto pela seleção quanto pelo Manchester City. No entanto, é outro jogador que pode ser um verdadeiro desafio para a equipe brasileirinha: Martin Odegaard.
Revelado pelo Strømsgodset e contratado pelo Real Madrid ainda na adolescência, Odegaard é considerado o maestro norueguês, liderando também a famosa “remada viking”. Apesar das expectativas iniciais que não foram atendidas, seu talento começou a aparecer de fato na Real Sociedad, onde seu desempenho chamou a atenção de clubes maiores.
Transitando para o Arsenal, Odegaard alcançou seu ápice técnico, destacando-se pela habilidade refinada e pelas assistências. Apesar de uma última temporada marcada por lesões, não se pode esquecer a importância do jogador, que desde 2021 encantou os torcedores com seu futebol dinâmico.
Nesta edição da Copa do Mundo, Odegaard já soma três assistências em três partidas, evidenciando seu papel crucial. Sua capacidade de realizar passes precisos nas costas das defesas combina especialmente com o estilo de jogo de Haaland, que explora os espaços como poucos. Apesar da fama, uma falha notável da defesa brasileira pode ser uma oportunidade para Odegaard.
Históricos jogos contra seleções como Marrocos e Japão evidenciam buracos na defesa brasileira, que podem ser explorados se Odegaard for deixado livre para criar. Ignorar sua presença em campo enquanto se foca em Haaland pode ser um erro estratégico grave para Carlo Ancelotti e sua equipe.
Sobre o colunista: Victor Eduardo, jornalista que escreve sobre esportes em DeFato Online. O conteúdo expresso é de total responsabilidade do colunista e não representa a opinião do portal DeFato Online.


























