Após mais um tropeço no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro decidiu demitir Tite, que teve uma trajetória marcada por altos e baixos durante o campeonato. Ao todo, foram apenas oito vitórias em 17 jogos e um título mineiro que, embora importante, não reflete o sucesso desejado.
Desde a contratação de Tite em janeiro, a diretoria, sob a liderança de Pedro Lourenço, parecia blindada contra críticas, enquanto os torcedores clamavam por mudanças. A decisão de agora pode ser um divisor de águas, considerando que uma nova escolha errada para o comando técnico poderá abalar ainda mais a moral do clube.
Para ter sucesso em 2026, o Cruzeiro precisa acertar na substituição do treinador e preencher as lacunas no elenco, como as posições de Lucas Romero, Matheus Pereira e Kaio Jorge, que não têm substitutos à altura. Além disso, apesar das contratações recentes, o planejamento físico do clube tem mostrado falhas, refletidas nas constantes lesões e no desempenho baixo dos jogadores.
A ausência de um planejamento adequado pode resultar em um 2023 sem perspectivas, fazendo com que o clube se contente apenas com a alegria fleeting do Campeonato Mineiro.























