Uma moradora de João Monlevade, Solange Lima Gomes, decidiu buscar auxílio do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) devido a dificuldades para matricular seu filho em uma escola. Ela alega que o zoneamento escolar deveria permitir que seu filho, de seis anos, estudasse na Escola Estadual Antônio Papini, localizada mais próxima de sua casa, mas foi informado que a matrícula deveria ser feita na Escola Estadual Rúmia Maluf, situada a uma distância maior.
De acordo com Solange, ao tentar formalizar a matrícula pelo Sistema Único de Cadastro e Encaminhamento para Matrícula (Sucem), foi direcionada para a Escola Antônio Papini. No entanto, ao apresentar a documentação necessária, a secretária indicou que a vaga disponível era na Rúmia Maluf.
Um ofício da Superintendência Regional de Ensino (SRE) confirma que as escolas devem seguir as indicações do Sucem, e o trajeto mais curto até a Antônio Papini é de 1,4 km, enquanto a Rúmia Maluf está a 1,7 km da residência da moradora. A SRE ainda informa que o acesso à educação é garantido por lei e que nenhuma criança deve ficar sem vaga.
O órgão ressaltou que novas matrículas poderão ser feitas entre 27 de janeiro e 6 de fevereiro, caso haja vagas disponíveis na Escola Antônio Papini. Solange destacou a necessidade de mais rigor na fiscalização do zoneamento escolar para evitar que outras famílias enfrentem problemas semelhantes.
























