Sábado, 07 de março de 2026

Supermercados de Minas Gerais registram aumento de 2,96% no consumo

Supermercados de Minas Gerais registram aumento de 2,96% no consumo
Foto: Arquivo/DeFato

No primeiro quadrimestre de 2025, os supermercados em Minas Gerais apresentaram um aumento de 2,96% no consumo em comparação ao mesmo período de 2024. Já em abril, a procura nas lojas do setor foi 8,85% maior em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Os dados são do Índice de Consumo dos Lares Mineiros (ICLM), uma pesquisa mensal realizada pela Associação Mineira de Supermercados (AMIS), que abrange empresas de todo o estado. Além disso, o índice, já corrigido pelo IPCA/IBGE, mostrou um aumento de 1,33% em abril se comparado a março deste ano.

O Presidente Executivo da AMIS, Antônio Claret Nametala, destacou que dois pontos são cruciais: “Em abril, houve a Semana Santa/Páscoa, uma sazonalidade importante para o setor; mas o crescimento (+1,33%) não foi tão expressivo por conta de uma base elevada de comparação em março (+9,36%)”.

“Quando comparamos abril de 2025 com abril de 2024, observamos que a sazonalidade teve uma grande influência na demanda, resultando em um aumento atípico de 8,85%” – Antônio Claret Nametala

Claret também ressaltou que o crescimento acumulado de 2,96% no quadrimestre mostra que o setor está se adaptando bem à demanda diária dos consumidores. Ele acredita que o aumento da demanda está ligado ao desempenho positivo da economia mineira, que apresenta índices de emprego superiores à média nacional, proporcionando aos consumidores maior confiança e, consequentemente, um carrinho de compras mais cheio.

Variação Regional

As variações regionais mostram que o Rio Doce e Jequitinhonha/Mucuri destacaram-se com um aumento de 1,59%, enquanto a Zona da Mata registrou uma retração de -1,05%. “Note-se que as regiões que vinham com menor crescimento, como Rio Doce e Jequitinhonha/Mucuri, apresentaram reações positivas. Por outro lado, Zona da Mata e Triângulo/Alto Paranaíba tiveram um desempenho inferior, mas isso não é preocupante pois estas regiões costumam beneficiar os resultados”, analisa Claret.

CONTEÚDO: DC/AMIS

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