Nos próximos meses, o Partido dos Trabalhadores e membros do governo devem intensificar a pressão para que as taxas de juros sejam reduzidas rapidamente, visando alcançar 9%. Essa queda é esperada especialmente em função das eleições, cabendo ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, decidir entre atender os apelos governamentais ou manter o ritmo atual, que apresenta a taxa Selic em 15%, com início de queda estimado para março.
Segundo analistas, o governo está se esforçando para aumentar a receita, uma iniciativa que pode ter implicações significativas para o contribuinte. Uma das estratégias em discussão envolve os microempreendedores, que estão sendo estimulados a mudar suas taxas e arcar com impostos mais altos, enquanto o governo eleva preços, mas mantém o limite de arrecadação dos microempreendedores em R$ 81 mil, o mesmo desde 2018. Essa política é vista por alguns como uma forma rápida de incrementar o caixa governamental.
























