Os dois principais indicadores financeiros serão divulgados simultaneamente nesta quarta-feira. Nos EUA, o Federal Reserve deve diminuir os juros em 0,25 ponto, levando a taxa para a faixa de 3,5% a 3,75% ao ano.
Enquanto isso, em Brasília, o Conselho de Política Monetária (Copom), do Banco Central, presidido por Gabriel Galípolo, deve optar por manter a Selic inalterada em 15% pela quarta reunião consecutiva.
Esse cenário se apresenta em um momento de sinais mistos da inflação e da atividade econômica no Brasil. O impacto é imediato: o cenário de crédito, câmbio, renda fixa e o ânimo do mercado estão todos interligados.
No caso dos EUA, a decisão de corte de juros será cautelosa, sem a previsão de novas reduções no curto prazo. No Brasil, o discurso já pode começar a se preparar para 2026, mesmo com uma inflação que, embora esteja perdendo força, ainda se encontra acima da meta: o IPCA é projetado em 4,49%.
Os analistas do mercado apostam que os primeiros cortes de juros no Brasil podem ocorrer entre janeiro e março do próximo ano.
























