A Bolsa de Valores abriu a semana com um significativo desfalque de R$ 183 bilhões em seu valor de mercado, devido a uma queda de 4,31% do Ibovespa na última sexta-feira, retornando aos 157 mil pontos e eliminando os ganhos dos últimos dois meses.
As entidades financeiras mais afetadas incluem Itaú e Petrobras, seguidas por Bradesco, Banco do Brasil, empresas do setor de energia e hospitais. O principal impulso para essa queda foi a confirmação da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República, que contou com o apoio explícito de seu pai, o que reacendeu as preocupações com os riscos eleitorais.
O mercado financeiro reagiu, sinalizando que a intensificação da polarização política diminui a previsibilidade para o ano de 2026. A interpretação é clara: quanto maior a instabilidade política, maior o prêmio de risco exigido pelos investidores. As ações de bancos e estatais devem continuar sob pressão, enquanto a Bolsa passará a focar prioritariamente na campanha eleitoral, ao invés de se basear em resultados financeiros.



























