O vice-presidente Geraldo Alckmin, em recente declaração, sugeriu que alimentos e combustíveis sejam retirados do cálculo do indicador de inflação. Alckmin justificou sua proposta ao afirmar que, em situações como secas intensas, o aumento nos preços dos alimentos não pode ser controlado com o aumento das taxas de juros. “Se tenho seca forte, sobe o preço do alimento, não adianta aumentar juros que não vai fazer chover”, argumentou.
Ele acrescentou que essa metodologia é semelhante à utilizada pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, e acredita que uma alteração nessa prática poderia permitir um ajuste na taxa Selic sem penalizar proprietários com a volatilidade dos preços dos alimentos, que são afetados por fatores climáticos.



























