O dólar recuou ao menor nível em 14 meses, em torno de R$ 5,40, após previsões que indicavam uma alta para acima de R$ 6 em 2025. Essa melhora no câmbio é atribuída ao diferencial de juros com os EUA, aos menores rendimentos na economia americana e à expectativa de cortes nas taxas pelo Federal Reserve.
No entanto, essa trégua ainda é considerada frágil. A pressão do tarifaço sobre a dívida pública e o aumento do déficit externo, que saltou de 2% para 3,5% do PIB, têm elevado as tensões no cenário econômico. Além disso, as eleições de 2026 aumentam o risco fiscal, criando um ambiente incerto.
Apesar de o mercado não prever uma nova alta abrupta do dólar, especialistas reconhecem que fatores fiscais, externos e políticos podem levar a uma volatilidade no câmbio, especialmente na reta final do ano.























