Recentemente, o Bitcoin atingiu um valor de aproximadamente US$ 82,5 mil, o menor nível desde abril, e representa uma significativa desvalorização em um cenário mais amplo onde quase US$ 1,5 trilhão foi perdido no mercado de criptomoedas desde seu pico em outubro. Este mês se assemelha ao caos vivido após a falência da FTX.
Com um recuo de 9,9% em 24 horas e 23,8% em 30 dias, o mercado presenciou liquidações em contratos futuros e um êxodo por parte de investidores institucionais. Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas de US$ 903 milhões, o segundo pior resultado desde seu lançamento em 2024.
Além disso, o interesse aberto em futuros perpétuos caiu 35% desde outubro, com mais de US$ 2 bilhões em posições sendo desmontadas. O Ethereum, não ficou atrás, com uma queda de mais de 10% somente no último dia, acumulando uma desvalorização de 30% no mês.
O fervor especulativo do mercado parece ter se dissipado, e o setor retoma seu ciclo natural de euforia e purgação. Valdrin Tahiri, um analista do setor, comentou que a recente queda acentuada do Bitcoin “assemelha-se ao início de um ciclo baixista sustentado”.


























