Sábado, 18 de abril de 2026

Do caos ao carry trade: O mercado avalia o pós-Lula e novas oportunidades

Do caos ao carry trade: O mercado avalia o pós-Lula e novas oportunidades
Blog do PCO

O humor do mercado pode mudar rapidamente e essa não é uma novidade. A tormenta provocada por Donald Trump, marcada por um dólar elevado e juros futuros elevados, criou um cenário propício para que os investidores voltem sua atenção ao Brasil, em busca de assimetrias atraentes. A crise, de forma irônica, se converteu em oportunidade: volatilidade abundante e prêmios altos, além da expectativa de alternância política em 2026.

Felipe Miranda afirma que o chamado “pacto fáustico” exige seu ônus, pois o mercado já reflete, em suas curvas, a queda de Lula. A previsão de uma queda da Selic e a proximidade das eleições abrem uma verdadeira janela de ouro para os ativos brasileiros – não necessariamente pelo que eles representam atualmente, mas pelo que têm potencial para se tornar.

A expectativa de um ajuste fiscal possível após o governo do PT e o surgimento de líderes como Tarcísio de Freitas devolvem um novo fôlego à narrativa otimista do mercado. O dívida pública de 2026, antes visto como uma preocupação, agora pode se tornar apenas uma nota de rodapé. Os sinais de uma mudança positiva são evidentes — e incapaz de ignorar a incerteza, o capital estrangeiro começa a perceber a previsibilidade no cenário pós-Lula.

Por fim, mesmo que a turbulência atual seja sentida, há uma expectativa renovada e o barco do mercado se ajusta nas ondas da mudança.

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