A carta, enviada ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), destaca a possibilidade de novas tarifas a serem aplicadas ao Brasil. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reforça críticas às políticas econômicas brasileiras.
Rubio citou as seguintes práticas prejudiciais:
- Políticas de comércio digital
- Serviços de pagamentos eletrônicos, como o Pix
- Tarifas preferenciais iníquas
- Aplicação das leis anticorrupção
- Proteção da propriedade intelectual
- Acesso ao mercado de etanol
- Desmatamento ilegal
O governo americano realizará uma consulta pública sobre o tema, e “qualquer parte interessada no Brasil poderá participar e contrapor aos argumentos da administração Trump”, acrescentou Rubio.
Uma audiência pública está agendada para o dia 6 de julho no Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, onde as novas tarifas serão discutidas como uma forma de sancionar o Brasil.
Na carta, também foi destacado o apoio de Flávio à categoria de grupos terroristas para o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Rubio ressaltou que: “Os Estados Unidos reconhecem que a violência e as sofisticadas redes criminosas dessas facções ameaçam a segurança de cidadãos honestos”.
Os EUA estão dispostos a agir contra as redes de tráfico de drogas e armas, visando proteger tanto a população brasileira quanto a americana contra o crime organizado transnacional.


























