Sexta, 01 de maio de 2026

Amado Batista e BYD: Novo Escândalo de Trabalho Escravo no Brasil

Amado Batista e BYD: Novo Escândalo de Trabalho Escravo no Brasil
Foto: Reprodução/Redes sociais

O cantor Amado Batista e a montadora chinesa BYD foram incluídos na chamada “lista suja do trabalho escravo” do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), cujo novo relatório foi divulgado na última segunda-feira, dia 6. Essa lista reúne empregadores acusados de submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão.

Os nomes são adicionados após a conclusão de processos administrativos, garantindo o direito à ampla defesa, e permanecem na lista por um período de dois anos.

A assessoria de Batista divulgou uma nota afirmando que “não houve resgate de nenhum trabalhador nas propriedades” e que “todos os funcionários continuam trabalhando normalmente”.

Até o momento, a assessoria de imprensa da BYD não se manifestou perante o Estadão até a publicação desta matéria.

O cantor foi autuado em duas ações de fiscalização em 2024, em Goianópolis (GO). A primeira ação envolveu 10 trabalhadores em um local conhecido como Sítio Esperança, enquanto a segunda envolveu quatro funcionários do Sítio Recanto da Mata, ambos situados na BR-060, na área rural da cidade.

Conforme a equipe de Batista, uma fazenda “arrendada” pelo cantor para cultivo de milho foi alvo de investigação, sendo identificadas irregularidades na contratação de quatro trabalhadores que eram funcionários de uma empresa terceirizada encarregada da preparação da terra para o plantio.

A assessoria também afirmou que o cantor firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT), assegurando que “todas as obrigações dos colaboradores foram integralmente pagas e quitadas”. Além disso, mencionou que já estão sendo tomadas as medidas administrativas necessárias para encerrar qualquer procedimento de autuação.

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