Em uma estreia significativa, a seleção brasileira de futebol apresentou sua nova camisa azul, lembrando o primeiro uniforme da França, em um amistoso realizado na quinta-feira, 26 de março. O Brasil venceu a partida, utilizando o seu segundo uniforme, o branco, enquanto o tradicional amarelo foi deixado de lado, especialmente para evitar associações com a extrema direita bolsonarista. Um claro jogo de imagens que, até o momento, não trouxe os resultados desejados no campo do futebol.
Na arena política, pré-candidatos tentam construir imagens mais atrativas. Lula e Bolsonaro disputam por quem é o “carro Opala mais velho”, enquanto Flávio faz sucesso com o “Funk do 01”, uma estratégia ousada que visa cativar eleitores do centro, saturados com a polarização.
No cenário das redes sociais, a frase “hoje em dia só permanece obeso quem não tem dinheiro para comprar Mounjaro” resume a nova imagem do governador de Minas, Mateus Simões, que já aparece com uma apresentação mais leve e moderna. Ele apresenta uma postura mais firme em comparação a Romeu Zema, que foi reeleito em 2022 com 30% dos votos em uma eleição marcada por flexibilidade na abordagem política.
Rodrigo Pacheco, do lado oposto, busca criar uma imagem mais alinhada com eleitores de esquerda, embora a estratégia tenha começado a parecer excessivamente pedante. Com menos de 10 dias para decidir sua filiação partidária, a pressão aumenta.
A expectativa é que ao final desse jogo, o verdadeiro vencedor seja o eleitor de baixa renda, que enfrenta dificuldades com a alta dos juros e endividamento crescente, com 40 milhões de brasileiros afetados, enquanto políticos permanecem engajados em suas próprias estratégias de imagem.
Igor Carvalho de Lima – Dono do Instituto Viva Voz, mestre em administração mercadológica e marketing, com especialização no comportamento do consumidor e do eleitor.























