De 21 a 28 de agosto, a Associação Modelo de Amor ao Deficiente (AMAD), de Açucena, desenvolverá programação especial para marcar a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência, que neste ano tem como tema “deficiência não define”. A proposta é clara: mobilizar a comunidade, familiares, escolas e o poder público para discutir direitos, quebrar barreiras e reforçar a presença das pessoas com deficiência intelectual e múltipla na vida social e política do município.
A abertura, no dia 21, começa às 12h40 com a confecção de faixas, cartazes e adereços para a passeata. Às 14h, participantes — entre mães, filhos, técnicos e apoiadores — tomam as ruas vestidos com camisas da AMAD. A caminhada, ainda com horário a confirmar, contará com a participação da bateria da Escola Estadual Antônio Alticiano e uma demonstração da Polícia Militar na praça central. Ao fim, haverá lanche na sede da associação.
No dia 26, às 14h, a AMAD promove uma roda de conversa intitulada “AMAD em nossas vidas”. A proposta é criar um espaço de escuta e participação das famílias na avaliação dos dois anos mais recentes de atividades. O encontro será em formato colaborativo, com cada participante levando seu próprio lanche.
Comunidade como parceira
A programação segue no dia 27, às 18h, com um encontro aberto à comunidade. A ideia é apresentar os trabalhos realizados pela associação, discutir metas de médio e longo prazo e buscar apoio para fortalecer os projetos. O evento terá apresentação musical do grupo e será encerrado com caldo de mandioca.
O encerramento, no dia 28, às 15h, será com servidores e gestores públicos. A reunião vai apresentar os resultados obtidos, defender a criação de uma lei municipal de políticas públicas para a pessoa com deficiência e convidar o poder público a ampliar o apoio às ações da AMAD. A tarde contará com música e lanche.
Mais que uma data
Para a coordenação da AMAD, a Semana Nacional é mais que um evento no calendário: é uma ferramenta de transformação social. “Queremos mostrar que deficiência não é sinônimo de limitação, e sim de diversidade. O que define as pessoas são as oportunidades que recebem”, destaca Sammy Siman, diretota da Associação.
Com uma mistura de mobilização de rua, diálogo e articulação política, Sammy destaca diz que edição 2025 vai deixar marcas duradouras na cidade.























