Empresas de diversos setores no Brasil foram obrigadas a interromper atividades, redirecionar mercadorias e conceder férias coletivas para minimizar prejuízos em resposta à decisão do presidente Donald Trump, que impôs uma sobretaxa de 50% nas exportações brasileiras, com início programado para 1º de agosto.
No estado de Minas Gerais, as siderúrgicas que produzem ferro gusa — matéria-prima crucial na fabricação de aço e ferro fundido — estão entre as mais afetadas. Em Matozinhos, na região metropolitana de Belo Horizonte, o último carregamento de minério de ferro foi despachado no dia 25 de julho, antes da parada da produção.
O forno da fundição da empresa será desligado no dia 27 de julho e, consequentemente, os trabalhadores entrarão em férias coletivas. O presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, demonstra preocupação com a atual situação e a dificuldade do governo brasileiro em negociar com autoridades norte-americanas.
























