Um ditado popular revela a ineficácia de previsões sobre a eleição de um papa: “quem entra na Capela Sistina como favorito normalmente sai cardeal”. Entretanto, Edward Petino, vaticanista do site The College of Cardinals, destacou os 12 cardeais que se destacam na corrida pela sucessão papal. O Conclave se inicia nesta quarta-feira (7).
Conheça os papáveis e suas principais características:
- Anders Arborelius (75) – Suécia: Bispo de Estocolmo, conhecido por sua habilidade de diálogo, é a favor de uma maior abertura para divorciados, embora contraponha o diaconato feminino.
- Charles Bo (76) – Miamar: Arcebispo de Rangoon, forte defensor do diálogo inter-religioso e da justiça social.
- Fridolin Ambongo Besungu (65) – República Democrática do Congo: Arcebispo de Kinshasa, reconhecido por suas posições ambientalistas e anticoloniais.
- Jean-Marc Aveline (66) – França: Arcebispo de Marselha, nascido na Argélia, defende os direitos dos imigrantes.
- Luis Antonio Tagle (67) – Filipinas: Arcebispo emérito de Manila, considerado o “Francisco asiático”, defensor da ecologia.
- Malcolm Ranjith (77) – Sri Lanka: Crítico do socialismo e contra a presença feminina no altar.
- Matteo Maria Zuppi (69) – Itália: Presidente da Conferência Episcopal Italiana e mediador da Igreja na Guerra da Ucrânia, visto como mais à esquerda.
- Péter Erdo (72) – Hungria: Conservador, considerado contraponto às reformas do Papa Francisco.
- Pierbattista Pizzaballa (59) – Terra Santa: O mais jovem cardeal, chefe do patriarcado Latino de Jerusalém.
- Pietro Parolin (70) – Itália: Secretário de Estado da Santa Sé desde 2013, é o favorito da mídia.
- Robert Sarah (79) – Guiné: Conservador e crítico do Papa Francisco, ex-prefeito da Congregação para o Culto Divino.
- Willem Eijk (71) – Holanda: Arcebispo de Utrecht, médico, que propõe uma mediação entre ciência e religião.
Esta lista reflete a diversidade de pensamentos e posturas que serão debatidas no Conclave.
























