A partir deste sábado (27), a navegação turística na Lagoa da Pampulha estará disponível para moradores e visitantes, oferecendo passeios gratuitos de barco pelos encantos do conjunto arquitetônico local. A iniciativa, que terá duração de três meses, visa proporcionar uma nova forma de interação com esse famoso cartão-postal mineiro.
A operação será realizada com o Capivarã, um catamarã que tem capacidade para receber até 30 pessoas, incluindo a tripulação e um guia de turismo. Os passeios terão como ponto de embarque o Centro de Atendimento ao Turista (CAT) Veveco, situado na Avenida Otacílio Negrão de Lima, nº 855, na Pampulha.
Para o primeiro dia, estão programados dois horários de saída, às 13h e às 14h, com um total de 52 ingressos que serão distribuídos igualmente entre os passeios. No domingo (28), três saídas estão previstas — às 10h, 13h e 15h — totalizando 78 vagas. Os ingressos devem ser retirados pela plataforma Sympla, começando ao meio-dia da sexta-feira (26), com um limite inicial de convites por pessoa.
Na próxima semana, os passeios não ocorrerão na quinta-feira, 1º de janeiro de 2026, e retornam normalmente de sexta a domingo, nos horários de 10h, 13h e 15h. O visitante poderá retirar ingressos pela internet a partir das 12h da terça-feira anterior, sendo permitido reservar até quatro vagas por CPF.
Durante o passeio, o catamarã percorrerá os principais pontos do Conjunto Moderno da Pampulha, com a supervisão de um guia que fará a apresentação de informações históricas, culturais e ambientais da região. É recomendável que os passageiros cheguem com antecedência de pelo menos 15 minutos. Em caso de condições climáticas ruins, a atividade poderá ser cancelada, sem remarcação automática dos ingressos.
À medida que as férias escolares terminam em fevereiro, os passeios da quinta-feira serão direcionados apenas a estudantes da rede pública municipal.
Vale mencionar que essa retomada da navegação turística ocorre após a celebração de um protocolo de intenções entre o município e a Marinha do Brasil, através da Capitania Fluvial de Minas Gerais, que regulariza o tráfego de embarcações na lagoa. O projeto tem como objetivo reintegrar uma modalidade de visitação que estava suspensa, enriquecendo as ações voltadas ao uso turístico do espaço, considerado patrimônio cultural.

























