A atual crise econômica no Irã não surgiu do nada. Desde 2018, as sanções dos EUA têm pressionado severamente a economia local, resultando em um encarecimento significativo das exportações de petróleo, que representam quase 25% do PIB do país.
Este impacto econômico gerou uma inflação acima de 40% ao ano, resultando em prateleiras vazias e um crescente desemprego. O ponto de ruptura aconteceu em dezembro, com a decisão de cortar os subsídios à gasolina, um símbolo histórico do “combustível barato” no Irã.
Essas medidas desencadearam protestos nas ruas, levando Washington a declarar estar “pronta para agir”. Nos bastidores, especula-se até sobre a possibilidade de um plano de fuga para o líder Khamenei. Quando a pressão econômica se torna uma questão política, o regime começa a perceber a instabilidade sob seus pés.



























