Uma pesquisa intitulada Mulheres e Mercado de Trabalho, que ouviu 180 mulheres de diversas idades e etnias, revelou que a autonomia financeira é a principal prioridade para a maioria das participantes. Curiosamente, apenas 10% dessas mulheres consideram ter uma relação amorosa como um objetivo importante.
A maior parte das entrevistadas atua em cargos operacionais e intermediários, como coordenadoras e gerentes, enquanto apenas 5,6% ocupam cargos na diretoria ou em níveis executivos, conhecidos como C-levels. Isso indica que a representatividade feminina diminui à medida que se sobe na hierarquia das empresas.
A participação da ministra da Mulher, Márcia Lopes, em um painel sobre financiamento para a igualdade em Nova York, em 10 de outubro, destaca a relevância da discussão sobre a igualdade de gênero no ambiente de trabalho. A tradicional visão romântica do amor tem sido substituída por um foco em realidades mais pragmáticas, que exigem a implementação de políticas públicas eficazes.
























