Hoje, 2 de junho, Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e ex-ministro de Jair Bolsonaro, testemunhará no Supremo Tribunal Federal (STF). Seu depoimento marca o fim das oitivas na ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado promovida por Bolsonaro e por alguns de seus ex-integrantes de governo.
Nos últimos quinze dias, o STF ouviu um total de 51 testemunhas. A maioria dos depoentes corroborou a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que afirma que Bolsonaro, Braga Netto, Paulo Sérgio Nogueira, Anderson Torres, Augusto Heleno, Alexandre Ramagem, Mauro Cid e Almir Garnier formaram o núcleo central da tentativa de ruptura institucional. Segundo a PGR, foi desse grupo que partiram as decisões e as ações contra a validade do resultado das urnas.
Ex-comandantes do Exército e da Aeronáutica confirmaram que se discutiu a possibilidade de prender o ministro Alexandre de Moraes, bem como a decretação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O general Marco Antônio Freire Gomes, em seu depoimento, afirmou: “Com 50 anos de Exército, eu jamais mentiria. Eu e o brigadeiro Baptista nos opusemos a essa ideia”.
























