O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, através de suas redes sociais, alertou a população acerca das diferenças entre o etanol medicinal – utilizado como antídoto em casos de contaminação – e o metanol, frequentemente associado a adulterações em bebidas alcoólicas. A intenção é impedir que o público tente tratamentos caseiros inadequados.
Além disso, Padilha anunciou a criação de uma Sala de Situação no Ministério para agilizar decisões relacionadas a esses casos. No estado de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas formou um gabinete de crise e negou qualquer relação entre o PCC e os episódios de bebidas contaminadas.
Esse problema de contaminação não se restringe ao Brasil; desde setembro, a Rússia também registrou 19 mortes suspeitas de intoxicação alcoólica, com 8 casos confirmados por testes como envenenamento por metanol. Em território nacional, investiga-se a relação de oito mortes e 59 casos de intoxicação.
























