O governo federal iniciou uma frente paralela de negociação no Senado com o intuito de reverter algumas mudanças que foram implementadas pela Câmara no PL Antifacção. Essa estratégia envolve uma aproximação direta com o senador Alessandro Vieira, que é o relator da proposta no Senado.
Durante o processo de votação na Câmara, membros do Ministério da Justiça contataram Vieira e destacaram diversas falhas estruturais e possíveis inconstitucionalidades no texto aprovado pelo deputado Guilherme Derrite. O entendimento é de que as alterações feitas na Câmara criam um curto-circuito institucional que favorece os estados em detrimento da União, complicando a distribuição de recursos provenientes de bens apreendidos.


























