Menos de 24 horas após assumir o Ministério das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann entra em ação para administrar a turbulência dentro do PT e aprimorar a relação do governo com o Congresso. Sob pressão, a nova ministra aposta no diálogo com os líderes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, visando manter o centrão como parte da base aliada.
Além disso, sua estratégia inclui elogios ao Fernando Haddad, o que pode demonstrar um desejo de deixar de lado os conflitos do passado. Gleisi ainda recebe o auxílio de José Dirceu, uma figura influente, que trabalha para apoiar a candidatura de Edinho Silva, o escolhido por Lula, à presidência do partido, mas com um tom apaziguador.
Permanecem as dúvidas se as iniciativas dela conseguirão trazer a desejada paz ou se serão apenas um cessar-fogo temporário.























