O ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal (STF) recuou em sua posição anterior, que restringia a abertura de processos de impeachment de ministros somente à Procuradoria-Geral da República. Essa decisão foi tomada em meio a diálogos institucionais entre o Judiciário e o Congresso Nacional visando atualizar a Lei dos Crimes de Responsabilidade.
Esse movimento de proteção aos ministros do STF gerou reações adversas, provocando desgaste entre os colegas de Gilmar Mendes. A tensão no Judiciário se intensifica na medida em que os membros da corte enfrentam críticas e desafios, especialmente após a condenação de Jair Bolsonaro e de outros participantes da trama golpista.
























