No atual cenário da guerra entre Israel e Irã, o presidente Donald Trump age como se fosse o dono do mundo, desafiando a lógica da diplomacia. A sua intervenção na contenda, mais do que acelerar a paz, traz à tona uma profunda insegurança global.
A atuação de Trump é justificada pela necessidade de barrar a proliferação de armas nucleares, mas as consequências se mostram preocupantes, especialmente no que diz respeito à economia. O Irã já sinalizou sua intenção de fechar o Estreito de Ormuz, crucial para o transporte de cerca de 30% do petróleo mundial. Caso isso ocorra, não apenas o preço do petróleo disparará, mas a economia global enfrentará sérias dificuldades, impactando até mesmo os preços dos alimentos.
Como resultado, a questão que permanece é: o que fará Trump, autodenominado ‘novo dono do mundo’? Neste sobressalto, o chamado pela paz torna-se urgente, como sugeriu o Papa Leão XIV, que defendeu que ‘é hora de substituir armas por tratados’. Será que ainda há tempo para reverter esse caminho?
























