Donald Trump (foto/reprodução internet), o magnata que se tornou presidente, agora se vê diante de um cenário complicado que ele mesmo ajudou a criar. A economia – que Trump assegurou que conduziria como um cassino de Las Vegas em uma noite de sorte – está entrando em colapso, reminiscentes de uma roleta viciada. A inflação dispara, tarifas aumentam exponencialmente e os gastos crescem descontroladamente, fazendo lembrar um bufê de milionário faminto.
Neste contexto, os republicanos se mostram desconfortáveis e os protestos se multiplicam, surgindo com a intensidade de pipocas estourando – barulhentos e difíceis de ignorar. As deportações em massa e os cortes no funcionalismo público se juntam ao controverso lema “América primeiro”, que agora exala um cheiro de mofo.
As ruas estão repletas de manifestantes com cartazes a subir, enquanto um presidente enfrenta a situação gritando “fake news!” em meio ao crescente descontentamento que se aproxima como uma onda, com megafone em mãos.























