Sexta, 27 de fevereiro de 2026

CPMI do INSS aprova quebra de sigilos de Lulinha em nova etapa de investigação

CPMI do INSS aprova quebra de sigilos de Lulinha em nova etapa de investigação
Em clima de tensão CPMI aprovou a quebra de sigilos de Lulinha-Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Em resposta à solicitação da oposição, a CPMI do INSS analisou nesta quinta-feira (26) a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luis Lula da Silva, popularmente conhecido como Lulinha. O requerimento foi desenvolvido pelo relator, deputado Alfredo Gaspar, e embasado na possibilidade de irregularidades financeiras.

Segundo a documentação analisada, interceptações indicam que ao ser questionado sobre o destino dos R$ 300 mil recebidos pela empresa de Roberta Luchsinger, o que ficou conhecido como ‘Careca do INSS’ teria respondido que seria “o filho do rapaz”, supostamente referente ao filho do presidente Lula.

Roberta Luchsinger é considerada uma figura central no esquema investigado. O deputado Alfredo Gaspar (União Brasil) afirma que há indícios de repasses de R$ 1,5 milhão da Brasília Consultoria à RL Consultoria, da mesma Roberta, sob a alegação de prestar serviços de consultoria em projetos que não seriam de interesse da contratante, sugerindo a possibilidade de transações sem lastro econômico real.

Além disso, a CPMI também avaliou novas convocatórias e depoimentos. Entre os convocados estão a diretora de Tecnologia da Informação do INSS, Léa Bressy Amorim, e o empresário Paulo Camisotti, que enfrenta investigações por sua possível participação em descontos não autorizados. Importante ressaltar que Camisotti é filho e sócio de Maurício Camisotti, já preso sob acusação de fraudes.

Outro sujeito envolvido nas investigações, o deputado estadual Edson Araújo, é mencionado por ter recebido dinheiro de uma entidade ligada a trabalhadores da pesca e aquicultura no Maranhão, enquanto Cecílio Galvão teria recebido aproximadamente R$ 4 milhões de entidades sob investigação, sendo sócio de uma prestadora de serviços para institutos previdenciários de diversos estados.

Fonte: Veja

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