A semana, que possui sete dias, se torna irrelevante para o Congresso de Alcolumbre e Hugo Motta, já que, na prática, a atividade legislativa está paralisada. Isso é o que chamam de regime de 0 por 7.
Embora o Orçamento tenha sido votado com atraso e diversas reformas estejam travadas, assuntos de interesse corporativista avançam sem dificuldade. Temas como aumento de cadeiras, liberação de emendas e autobenefícios são debatidos a todo momento, atraindo a presença dos parlamentares no plenário.
Por outro lado, enquanto falam em rever gastos, os mesmos representantes promovem o aumento das despesas. Essa paralisia parece ser seletiva. Mesmo com o calendário eleitoral distantes, já é possível observar comportamentos que antecipam as eleições de 2026. O discurso de responsabilidade fiscal se desfaz quando confrontado com a prática, que tem sido de aumentar a conta, e não de cortá-la.























