O presidente do TSE, Nunes Marques (foto: Andressa Anholete/STF), enfrentará grandes desafios nas eleições de 2026. O Brasil pode chegar à votação com até 53 partidos, se as 23 legendas atualmente em formação cumprirem todas as exigências legais e forem adicionadas às 30 já registradas.
Para que essas novas siglas consigam participar das eleições e tenham acesso ao fundo partidário, além do tempo de rádio e TV, elas precisam registrar seus estatutos no Tribunal com pelo menos seis meses de antecedência. Também é necessário comprovar apoio equivalente a 0,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço dos estados.
Apesar de tais filtros, o número crescente de novas tentativas sugere que a lógica da pulverização política se mantém ativa, o que representa um desafio para a governabilidade e a própria racionalidade do pluripartidarismo brasileiro.
























